TO VIBRATE

PAPO DE CINEMA // TOP 2018 // OS MELHORES CURTAS BRASILEIROS

A narração não se sobrepõe à imagem,

+

Dandara Cipriano // XI Janela d Cinema // Bem-vinda de volta

O amarelo-bege das areias africanas dizem bem-vinda filha roubada.

+

Heitor Augusto // C& América Latina // Diálogo entre cinema, performance e artes visuais

Corpo negro que carrega memórias e que também exala futuridade.

+

Renata Marquez // PISEAGRAMA // Davi no Museu

O ano é 2016 e ela nos guia a outra visita, não menos didática.

+

Jota Mombaça // Contemporary & // Darkness as a Non-representional Field

…a definition of dancing as both an act of struggle and a fugitive strategy.

+

Marie Pons // SpringMagazine // Black and Blue at the Festival Les Plateaux

Her body is also that of a young, black, flexible, woman, and a body in struggle.

+

BÉNÉDICTE GATTÈRE // TouteLaCulture // Ana Pi, chorégraphe afrofuturiste, fait surgir la lumière de l’obscurité

Elle semble alors se mouvoir dans une forêt, celle du sombre et de l’intime.

+

Larissa Muniz // De tão Preto é Azul // FestCURTAS BH

A dança da fertilidade e da cura, como ela narra.

+

Iakima Delamaire // FestCURTAS BH

Sua voz é calma. 

+

Maria Trika // Ser Vento // FestCURTAS BH

Corpos que assinam sua presença-existência-imagem na tela.

+

Fernanda Castilho // Noir Blue: A assinatura poética de Ana Pi

Faz uma tela preta e, logo depois, uma bem colorida,

+

Laan Mendes de Barros, Kênia Freitas // ECO-PÓS // Experiência estética, alteridade e fabulação no cinema negro

…cinema negro, pensado a partir da prática fabulatória crítica e afrocentrada.

+

Par Helena van Riemsdijk // MACULTURE

…une palette de la danse « bleue » inventée sur scène.

+

Thomas Hamn // DanserCanalHistorique

Givrée, la danse a le blues.

 

View at Medium.com

View at Medium.com